domingo, 6 de abril de 2014

Bazar Dia das Mães.

Local - Clube Pinheiros
Rua Tucumã 36 , Salão de festas.
Entrada gratuita.
Dias - 10 à 13 Abril
Horário - Quinta a sábado das 10 às 20hs
Domingo das 10 às 17hs
Não percam! eu vou.
 
 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Experiencia de pedalar em 9 países europeus.

Mobilize Europa
 
Publicado por admin no dia 22 de janeiro de 2014

Um balanço da experiência de pedalar por nove países europeus, durante sete meses
 
Após 7 meses de pedal e quase 9 mil quilômetros rodados por 9 países europeus, agora de volta ao Brasil é chegada a hora de fazer aquele “resumão” da viagem e tentar compartilhar as impressões gerais que tive nesse período, principalmente no que tange a mobilidade humana.

O simples fato de poder atravessar boa parte da Europa ocidental utilizando apenas a bicicleta já diz muita coisa, mas ficar só nisso seria manter uma discussão muito superficial. Não poderia seguir com este texto sem tentar entender o que realmente possibilita que uma pequena formiga como eu consiga se deslocar sozinho tão facilmente por tamanha distância, em um ambiente estranho e cultura extremamente diversa da nossa, com diferenças linguísticas, no relevo e no clima, com uma moeda supervalorizada em relação ao real, entre tantas outras novidades.

Já nos primeiros quilômetros, pedalados em território holandês, comecei a acreditar que a infraestrutura cicloviária era o principal fator que levava aquela região a ter uma cultura ciclística tão forte. Em algumas partes do país, novos loteamentos estão sendo construídos onde antes era o mar, uma prática comum na Holanda há muitas décadas, e o que se vê muitas vezes é a implementação de ciclovias e calçadas antes mesmo da pavimentação das ruas. Claro que não é assim em toda parte, mas esse exemplo só poderia existir em uma sociedade que entende a importância do pedestre e do ciclista em sua dinâmica.

Com o tempo e as distâncias percorridas, comecei a notar a forte presença dos trens, dos VLTs, de uma infinidade de canais navegáveis e de uma rede de ciclorrotas capaz de me conduzir por muitos quilômetros de bicicleta, sem me fazer gastar nenhum centavo para isso.

Aos poucos minha euforia com relação à estrutura cicloviária do país foi passando e eu já podia enxergar o óbvio: a bicicleta era apenas um dos modais, que assim como os outros, dotada de ótima infraestrutura e grande demanda por parte dos cidadãos. Então comecei a entender que o buraco era mais embaixo, ou seja, não é apenas a bicicleta que é levada a sério, mas o transporte como um todo, seja ele coletivo ou individual, público ou privado.

Em poucos dias de pedal já entrava na Alemanha e mesmo após cruzar a fronteira, o impacto não foi muito grande. Claro que a língua mudou, assim como mudou a arquitetura, os produtos nas prateleiras do supermercado entre tantas outras coisas, mas o conforto e a segurança ao pedalar, continuaram em alto nível. Entrei no novo país pela região chamada Renânia do Norte-Vestfália (Nordrhein-Westfalen), passando pela Baixa-Saxônia (Niedersachsen), Bremen (Bremen), Hamburgo (Hamburg), Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental (Mecklenburg-Vorpommern), Brandenburgo (Brandenburg), Berlin (Berlin) e Saxônia (Sachsen), antes de entrar na República Tcheca.

Fiz boa parte dos deslocamentos neste país por pequenas estradas cortando fazendas, compartilhadas entre tratores e bicicletas, sempre muito bem sinalizadas. Algumas vezes cheguei a pegar estradas de rodagem, junto com carros de passeio, traillers, ônibus e caminhões com limite de velocidade de 60, 70 ou 80 km/h, permitidas para ciclistas, de vez em quando sem acostamento. Assim mesmo a viagem era tranquila, os motoristas respeitam demais os ciclistas e em nenhum momento me senti ameaçado. Assim foi também na República Tcheca e antes mesmo de entrar na Áustria estava tudo mais claro: nos países por onde pedalara, os motoristas não são apenas condutores que respeitam os ciclistas e outros condutores, mas pessoas que respeitam pessoas. Ouvi da boca de moradores das cidades pelas quais passei até ali que no trânsito eles jamais tomam atitudes que possam colocar outros indivíduos em risco.

Concomitante ao comportamento mais gentil no trânsito, notei uma presença muito grande de crianças, idosos e cadeirantes nas ruas, calçadas, no comércio e praças, ora sozinhos, ora acompanhados, mas sempre em condições de acessar equipamentos públicos sem depender de ninguém. Então ficou claro que a gentileza no trânsito e a infraestrutura que estes países construíram só foram possíveis com o respeito ao indivíduo e suas necessidades, e não apenas iniciativas voltadas a um pequeno grupo, mas para o maior número possível de pessoas. Assim eu consegui entender que a Educação no Trânsito que estava vendo agora não era resultado de uma cartilha bem elaborada, campanhas de conscientização ou um sistema de avaliação absurdo para conseguir uma habilitação, e sim do comportamento dos indivíduos com relação aos outros e ao espaço que estão inseridos, neste caso as ruas.

Poderia me alongar muito na discussão da valorização da vida, do respeito ao próximo e da fundamental importância que estes fatores têm na dinâmica de qualquer cidade, mas certamente este é um assunto que merece muito mais reflexão. Agora sei que estas são as premissas básicas para a construção de um ambiente coletivo, sem as quais não existe infraestrutura capaz de suprir sua deficiência, e lamento que muitos aqui no Brasil ainda não tenham percebido isso. Nesse sentido é quase impossível fazer uma comparação de cidades europeias com os centros urbanos brasileiros, já que não partimos das mesmas premissas; e banana se compara com banana, laranja com laranja. Mas se não podemos comparar as cidades brasileiras com as europeias, que tal colocarmos em foco o nosso comportamento, principalmente quando dividimos com outros o espaço, seja ele público ou privado?

É a partir desse conceito que entendi a ocupação do espaço público e a mobilidade humana nestes meses de viagem. Em maior ou menor escala o compartilhamento das vias, o respeito aos pedestres e outros pontos fundamentais na construção de uma sociedade inclusiva se repetiam também na Áustria, Suíça, França. Espanha, Itália e Portugal, embora um pouco menos nestes dois últimos países. A idéia de um espaço construído para atender às necessidades das pessoas e o entendimento da coisa pública como algo de todos explica, pelo menos em parte, o sucesso de cada um dos modelos de transporte público, que não deve ser medido exclusivamente pela redução do tempo de deslocamento, como vemos muitas vezes por aqui.

Atravessei a Áustria e entrei pelo sul da Alemanha, seguindo o rio Danúbio, passando por Munique e chegando ao Bodensee, onde cheguei na Suíça. O nível de organização suíço, considerando a infraestrutura e a sinalização, não tinham precedentes nesta viagem até o momento. Engraçado viajar por um país tão pequeno com um território super fragmentado, onde em uma parte se fala alemão, na outra o italiano, além do francês e uma pequena faixa onde se fala o romanche. Assim mesmo o país tem uma unidade muito forte, especialmente no que respeita ao transporte e à qualidade de vida. Depois disso entrei na Itália e logo me sentia como se estivesse muito próximo do Brasil, sensação que se repetiria em Portugal. Tanto os italianos quanto os portugueses são extremamente apressados e salvo alguma exceção, são tão imprudentes no trânsito como nós, brasileiros.

Poderia dizer que este é um comportamento típico dos povos de origem latina, mas seria uma injsutiça com a França e a Espanha, que não oferecem as mesmas condições para pedalar do que a Holanda, Suíça e Alemanha, por exemplo, mas ainda assim estão anos luz à frente de Portugal e Itália. A França não chega a ser completamente ciclável, mas o povo francês é respeitoso, principalmente no que se refere às liberdades individuais e aos direitos humanos. O respeito ao próximo é onipresente, ou se existe algum tipo de preconceito ele é bem disfarçado. Fato é que passei pelas regiões do Vale do Jura, Borgonha, Ile de France, Central, Pays de la Loire, Poitou Charentes, Aquitânia, Midi-Pirineus e Languedoc Roussilon e além de pedalar bons trechos por ciclovias ou rotas ao longo de rios e canais, quando tive que pegar estradas não encontrei nenhum problema. Em menor escala, isso aconteceu também na Espanha, onde passei pela Catalunha, Aragón, La Rioja, Castilla y Leon e finalmente a Galícia, antes de chegar em Portugal.

Foi somente quando cheguei à Galícia, onde a língua e os costumes do povo local são muito mais parecidos com os de Portugal do que da Espanha, é que passei a sentir uma certa agressividade no trânsito, o que na minha opinião é mais desgastante do que subir uma montanha dos Alpes ou dos Pirineus. Pedalar em um ambiente onde você se sente ameaçado o tempo todo cansa, gera uma tensão enorme nos braços, nos ombros e nas costas, além da pressão psicológica e do medo. Falo por experiência própria, é mais fácil subir uma grande inclinação quando você está tranquilo e seguro do que pedalar por pequenas elevações sentindo que a qualquer momento alguém vai jogar toneladas de metal em cima de você!

Chegando em Portugal, a sensação é que eu estava mesmo me preparando para voltar ao Brasil. Ainda é mais fácil pegar a estrada de bicicleta em terras lusitanas do que no nosso país tropical, mas assim mesmo não é seguro. Até aquele momento não me lembrava de ouvir buzinas e xingamentos de motoristas que não queriam dividir seu espaço com ciclistas, mas em Portugal eu ouvi. De certa forma me senti um pouco em casa, e sabia que não só por uma questão linguística ou geográfica, mas lá no fundo eu estava mais próximo do Brasil. Seria leviano dizer que nosso comportamento nas ruas é uma herança da colonização, mas qualquer semelhança também não pode ser considerada coincidência. Após todos estes meses viajando sozinho, em contato direto com o ambiente e com as pessoas, tive muito tempo para refletir, e cheguei à conclusão de que se não temos recursos, tecnologia ou infraestrutura capaz de suprir nossas necessidades, podemos pelo menos começar com o mais importante: o respeito ao próximo e o compartilhamento saudável das vias.

terça-feira, 1 de abril de 2014

SP.Passarela para bicicletas começa a ser montada na Marginal Pinheiros.

             
01/04/14
 

SP: Passarela para bicicletas começa a ser montada na Marginal do Pinheiros

Construção da ciclopassarela tem início neste sábado, às 16 horas; pistas serão interditadas pela CET.                            
Notícias
 
Fonte: O Estado de S. Paulo |  Autor: Da redação  |  Postado em: 25 de março de 2014
Perspectiva da ciclopassarela
Perspectiva da ciclopassarela
créditos: Divulgação

Começa a ser instalada neste sábado, 22, uma passarela feita exclusivamente para ciclistas na Marginal do Pinheiros, zona sul da capital. Estão previstas interdições na altura da Ponte Cidade Jardim, sentido Castelo Branco, a partir das 16 horas. A ciclopassarela ligará o Parque do Povo à ciclovia existente nas margens do Rio Pinheiros, em paralelo aos trilhos da CPTM. A previsão é que o acesso passe a funcionar no fim de abril.

A obra faz parte do pacote de contrapartidas determinado na gestão Gilberto Kassab (PSD) para amenizar os impactos provocados pelo Complexo WTorre JK. Erguido no quadrilátero formado pelas Avenidas Presidente Juscelino Kubitschek, Chedid Jafet e a marginal, o conjunto comercial inclui torres de escritórios, o Shopping JK Iguatemi e o futuro teatro JK, em construção no prédio que abrigava a Daslu.

Com 180 metros de extensão, estrutura metálica e laje em concreto, a ciclopassarela terá um vão livre de 50 metros sob as pistas da Marginal do Pinheiros. O método construtivo de viga pré-moldada visa a provocar menos interdições no tráfego e o visual moderno segue o estilo adotado no viaduto construído ao lado pela WTorre como condição para a abertura do Shopping JK, em 2012.

"Será uma intervenção quase que cirúrgica. Com as peças principais montadas, começaremos a fazer os acabamentos para concluir a entrega por volta do dia 28 de abril", disse o superintendente da WTorre, Francisco Caçador. Para proporcionar maior segurança aos ciclistas e motoristas que passam pela região, um guarda corpo em aço, com placas de acrílico de 20 mm de espessura, envolverá toda a estrutura.

Com a obra pronta, quem utiliza a ciclovia da CPTM ganhará mais um acesso, que poderá ser feito diretamente pelo Parque do Povo. Hoje, existem cinco entradas. De acordo com a companhia, o movimento diário na via durante a semana é de 600 ciclistas, número que salta para 4 mil nos fins de semana. O horário de funcionamento ainda não está definido, mas deve seguir as regras de uso da ciclovia da CPTM, aberta diariamente das 5h às 19h30. A via tem 21,5 km.

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quarta-feira, 19 de março de 2014

Como construir cidades mais saudaveis??

        
19/03/14
 

Como construir cidades mais saudáveis?

A questão será discutida no Fit Cities SP, evento promovido por Cidade Ativa e USP Cidades que reunirá em abril especialistas em urbanismo, saúde e mobilidade urbana.                            
Notícias
 
Autor: Da redação  |  Postado em: 19 de março de 2014  |  Fonte:Mobilize Brasil
High Line, exemplo de modo de vida saudável em Nov
High Line, exemplo de modo de vida saudável em Nova York
créditos: Iwan Baan

A rápida urbanização e o gradual aumento do nível econômico dos brasileiros trouxe uma importante mudança no quadro da saúde urbana no nosso país. Hoje as doenças não transmissíveis (que incluem moléstias crônicas, como cânceres e doenças cardiovasculares) são responsáveis por 74% das mortes dos brasileiros. Muitas dessas enfermidades estão ligadas à obesidade, sedentarismo e diabetes – doenças causadas ou agravadas por um estilo de vida pouco ativo e por maus hábitos alimentares.

Dados do Ministério da Saúde mostram que 5,6% da população são diagnosticados com diabetes e em torno de 20% dos adultos sofrem de hipertensão. Além disso, 50% dos brasileiros estão acima do peso (Índice de Massa Corpórea - IMC - entre 25 e 30kg/m²) e 16% são considerados obesos (IMC>30km/m²). Entre as crianças, os índices já são alarmantes: em 2009, 16% dos meninos de 5 a 9 anos já eram obesos.

Como a cidade e a forma que vivemos nela entra nesta equação? De olho nesta pergunta, a entidade Cidade Ativa e o USP Cidades promoverão em abril o Fit Cities São Paulo, uma conferência que trata do tema da saúde e do estilo de vida em grandes metrópoles.

Com experiências bem sucedidas no exterior em cidades como Nova York e Londres, a conferência busca integrar as discussões em torno da qualidade do espaço urbano e seus usos: como fazemos os deslocamentos diários, onde e como moramos, onde passamos o tempo livre e os efeitos desse cotidiano na saúde dos cidadãos.




“Nossa genética não mudou em uma geração, mas o ambiente em que vivemos, sim”, explica José Eduardo Bittar, médico e um dos responsáveis pela vinda da conferência ao Brasil. Junto com profissionais que participaram das conferências anteriores, em outros países, ele tomou a iniciativa de criar o grupo Cidade Ativa, que tem o objetivo de promover projetos de qualificação do espaço público para contribuir para práticas mais saudáveis, como atividade física e mobilidade não motorizada.

Na visão do USP Cidades, o Fit Cities São Paulo é uma oportunidade de relacionar a saúde das pessoas que vivem em cidades ao estilo de vida urbano, que mesmo com tantas dificuldades oferece espaço para diferentes opções de interação com o meio construído. “A percepção da relação direta entre esses elementos é a ferramenta mais importante para a transformação de espaços inóspitos em lugares convidativos, que estimulem uma interação mais saudável do habitante com sua cidade” explica Maria Teresa Diniz, Coordenadora Executiva do USP Cidades.

O evento será realizado no Auditório da Biblioteca Brasiliana, na Cidade Universitária, em São Paulo, no dia 16 de abril e reunirá os principais atores ligados ao urbanismo e à saúde urbana, como o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), a Sociedade Brasileira de Atividade Física, a Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA) e organizações da sociedade civil, como o Mobilize Brasil.

A Universidade de São Paulo estará representada por professores doutores especialistas no tema, integrantes do Laboratório de Poluição Atmosférica da FMUSP, do Laboratório de Conforto Ambiental e Eficiência Energética (LABAUT) e do Laboratório Quadro de Paisagismo no Brasil (QUAPÁ), ambos da FAUUSP.

Sobre o Cidade Ativa
O  Cidade Ativa é uma iniciativa de longo prazo que promove o movimento "Active Design" nas cidades brasileiras, vislumbrando oportunidades de transformações no ambiente construído que possam incentivar um estilo de vida mais ativo para os seus cidadãos. É composto por uma equipe internacional e multidisciplinar com experiência nas áreas de saúde, arquitetura, desenho e planejamento urbano. Seus membros fizeram parte da história de criação do Active Design e já desenvolveram projetos para cidades ativas.

Sobre o USP Cidades
O USP Cidades é um centro de pesquisa, formação e difusão de soluções inovadoras para a gestão urbana no Brasil. É um fórum permanente para interlocução de técnicos, gestores públicos e acadêmicos envolvidos com a temática urbana, a partir da pesquisa independente e de qualidade. O grupo busca incidir no debate público, transformando conhecimento em inovação na implementação de soluções urbanas, servindo como ponto de referência para a articulação entre a gestão pública, a pesquisa aplicada e o setor privado, para tratar dos principais desafios das cidades no país.

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Pedal 18 março a cidade estava um caos.

Meninas apesar do caos da cidade, na hora do pedal a lua cheia nos acompanhou.Várias ruas estavam sem luz após o temporal que caiu à tarde, árvores no chão mas quase ninguém na rua. Resolvemos então pedalar 18km e terminamos nossa noitada no Adventure Bar e a mulherada não falhou. Quando voltei para casa por volta da meia noite a Rua Pinheiros ainda estava sem luz lamentável.

lamentável.

domingo, 16 de março de 2014

Ciclovia Rio Pinheiros inaugurada.

     NOTÍCIAS.         
        


SP: Ciclovia alternativa do Metrô é inaugurada

Ciclistas poderão pedalar entre as pontes Cidade Jardim e João Dias. Obras da Linha 17-Ouro do Metrô interromperam trecho da ciclovia original.                             
Notícias
 

Autor: Da redação  |  Postado em: 13 de março de 2014  |  Fonte:G1 São Paulo
A nova ciclovia do Metrô foi inaugurada nesta quin
A nova ciclovia do Metrô foi inaugurada nesta quinta (13)
créditos: Divulgação

A nova ciclovia do Metrô foi inaugurada nesta quinta-feira (13) às 6h em São Paulo entre a Ponte Cidade Jardim e a Ponte João Dias, informou o programa da Rede Globo, Bom Dia São Paulo.

A pista estava pronta desde fevereiro, mas não havia sido aberta aos ciclistas porque a Eletropaulo alertou sobre linhas de transmissão de energia no trajeto. Agora, para que a ciclovia fosse inaugurada , foi prometida segurança motorizada para os ciclistas, para que ninguém chegue em áreas de risco.

A pista alternativa foi construída entre o Rio Pinheiros e a via sentido Interlagos da Marginal Pinheiros para atender os ciclistas que ficaram sem parte da ciclovia original. As obras da Linha 17-Ouro do Metrô interromperam a ciclovia original parcialmente entre as estações Granja Viana e Vila Olímpia da Linha 9-Esmeralda da CPTM.

As vans que realizam o transporte dos ciclistas no trecho interditado da pista original deixarão de prestar serviço a partir desta sexta, segundo informações do Bom Dia São Paulo, já que a alternativa agora será a nova pista.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Novas vagas vivas para São paulo.

Noticias   12/03/14        

       


São Paulo pode ganhar novas "vagas-vivas"

'Vagas vivas' deverão ser instaladas em ruas de restaurantes e lojas. Prefeitura fará na semana que vem chamamento a empresas interessadas.                            
Notícias
 

Autor: Márcio Pinho  |  Postado em: 26 de fevereiro de 2014  |  Fonte:G1 São Paulo
Vaga Viva na Rua Padre João Manoel, antes do Dia M
Vaga Viva na Rua Padre João Manoel
créditos: Arquivo/José Luis da Conceição/AE

A Prefeitura de São Paulo deve publicar na próxima semana um chamamento público convocando empresas interessadas em instalar decks para estender a calçada de ruas da cidade. Segundo o prefeito Fernando Haddad (PT), as chamadas “vagas vivas” serão instaladas onde hoje é permitido estacionar e em vias que não têm tráfego intenso e com velocidade máxima de 40 km/h.

“Tenho para mim que vai ser um sucesso na cidade. A cidade tem muita carência de espaço público. Para mim é tão importante quanto a faixa exclusiva. É permitir que as pessoas usufruam a cidade com conforto”, disse Haddad.

A conveniência do projeto para a cidade será analisada, segundo o prefeito. A tendência é que bares, restaurantes e lojas sejam os interessados em ter esses espaços para ampliar sua estrutura. Poderão ser instalados, por exemplo, decks de madeira com mesas para os clientes de um bar.

A ideia já funciona em outras cidades. A medida não vai afetar as faixas de rolamento, mas poderá eliminar vagas de Zona Azul.

A vaga viva já foi instalada em São Paulo em razão do Dia Mundial sem Carro, na Rua Padre João Manoel, nos Jardins. Foram colocados sofás para simbolizar uma cidade que não está totalmente voltada ao automóvel.

Também na próxima semana, a Prefeitura deverá publicar um decreto regulamentando o uso dos parklets.

Paulistanos aderem mais à caminhada e aos deslocamentos de bike.

        
12/03/14
 
Noticias

Em 5 anos, paulistanos aderem mais à caminhada e aos deslocamentos de bike

Viagens diárias realizadas dessa maneira cresceram 8% entre 2007 e 2012               
 
Autor: Da redação  |  Postado em: 12 de março de 2014  |  Fonte:R7
Ciclistas utilizam a ciclofaixa de lazer em trecho
Ciclistas utilizam a ciclofaixa de lazer no Parque do Povo
créditos: 13.01.13/Tiago Queiroz/ Estadão Conteúdo

Os moradores da região metropolitana de São Paulo estão andando mais a pé e de bicicleta, e o número de viagens diárias feitas dessa maneira cresceu 8% entre 2007 e 2012, de acordo com a Pesquisa de Mobilidade 2012/2013, realizada pelo Metrô e pelo governo do Estado.

Em cinco anos, as viagens diárias a pé ou de bicicleta aumentaram de 13 milhões, em 2007, para 14 milhões, em 2012.

Nesse intervalo, a capital ganhou várias ciclofaixas e expandiu a malha cicloviária, totalizando mais de 245 km de pistas dedicadas ao trânsito seguro de bicicletas.

A grande preferência no deslocamento, no entanto, ainda é por veículos motorizados. Diariamente, 29,7 milhões de viagens são realizadas com carro, moto, metrô, trem, ônibus, fretado e táxi, contra os 14 milhões de viagens a pé e de bicicleta.

Também nesse período de cinco anos, a população de renda mais baixa diminuiu o número de viagens a pé e de bicicleta e passou a usar mais os veículos motorizados, de acordo com a pesquisa.