domingo, 24 de janeiro de 2016

Revista Bicicleta - Coma chocolate para aumentar o desempenho no ciclismo.


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Coma chocolate para aumentar seu desempenho no ciclismo. Espera aí, é verdade!

Como o cacau ajuda você a treinar duro.

Revista Bicicleta por Christine Bailey / Tradução Pietro Petris
24/01/2016
Coma chocolate para aumentar seu desempenho no ciclismo. Espera aí, é verdade!
Foto: Monika Adamczyk - Fotolia.com
É comumente conhecido que o achocolatado possui antioxidantes, proteína e carboidratos que fazem dele uma boa maneira de se recuperar. Mas o chocolate propriamente dito – em vez de flavonóis de cacau, um grupo específico de flavonoides – consumido antes dos exercícios, pode melhorar a performance também, de acordo com a nutricionista Christine Bailey.
Flavonoides são composições químicas naturais encontradas em plantas, onde elas ajudam em processos como reparos e proteção contra doenças. Cientistas e pesquisadores estabeleceram uma relação entre ingerir alimentos ricos em flavonoides e diminuir a chance de desenvolver doenças como problemas cardíacos, câncer e infartos. Felizmente, o cacau é particularmente rico em flavonoides.

A pesquisa

De acordo com uma pesquisa realizada em 2012 na Austrália, o consumo de bebida de cacau rico em flavonol pode ajudar a diminuir a pressão do sangue, melhorar o fluxo do sangue até os músculos e diminuir as demandas do coração durante um exercício.
No estudo conduzido em uma universidade no sul da Austrália e publicado no British Journal of Nutrition, pesquisadores recrutaram 21 pessoas com excesso de peso, de faixa etária média, e dividiram eles em dois grupos. O primeiro grupo consumiu uma bebida com cacau rico em flavonol, contendo 701mg de flavonóis, enquanto o segundo grupo consumiu bebida de cacau com poucos flavonóis.
Duas horas depois, os participantes pedalaram por 10 minutos com sua capacidade cardíaca a 75%. Os resultados mostraram que, enquanto não havia diferenças na pressão do sangue durante os exercícios, houve diferença depois. De fato, o aumento da pressão arterial diastólica foi 68% menor no grupo que ingeriu bastante flavonol, enquanto a pressão arterial média foi 14% menor.
Os pesquisadores disseram que esses resultados mostram que o consumo de cacau rico em flavonol podem permitir performance em exercícios mais eficiente e mais segura, colocando menos stress no sistema cardiovascular.
Análises dos 10 estudos, publicados no American Journal of Hypertension, confirmou que as propriedades de redução da pressão de sangue do cacau – e você não precisa comer toneladas. Comendo aproximadamente 14g de chocolate com alto teor de cacau por dia – algo em torno de apenas 30 calorias – notou-se diminuição da pressão do sangue sem ganho de peso ou outros efeitos adversos, de acordo com um estudo feito em 2007 e publicado no Journal of The American Medical Association.
A pesquisa não parou por ali, e estudos posteriores têm mostrado benefícios para a memória e concentração por comer chocolate rico em flavonol.

Outros benefícios do chocolate

Chocolate não é só flavonol e baixa pressão sanguínea. Cacau contém uma grade de nutrientes que podem beneficiar sua performance, incluindo vitamina B, cálcio e magnésio, aminoácidos e outros antioxidantes. Cacau também contém cafeína, que é conhecida por melhorar a performance no ciclismo – em parte devido a uma estimulação da mobilização de ácidos graxos e a poupar reservas limitadas de carboidratos do corpo.
A pesquisa mostrou que a cafeína diminui a percepção do esforço e da fatiga, ambos para esforços de resistência e sprints. Tipicamente, um chocolate quente contém 10mg de cafeína, enquanto uma barra de chocolate ao leite (50g) contém aproximadamente 40mg. Enquanto isso não chega nem perto dos 100mg que tem no expresso que você toma de manhã, cacau também contém quantidades apreciáveis de teobromina. Embora ela seja farmacologicamente menos ativa, a grande quantidade gera um efeito equivalente ao da cafeína. Teobromina também dilata os vasos sanguíneos, o que significa que o sangue flui melhor – outro ponto para o cacau.

Romilly Lockyer / Getty Images; 

Escolha o chocolate certo

Para benefícios notáveis, escolha chocolate com alto nível de cacau – procure chocolate amargo que tenha pelo menos 70% de cacau (pó, não manteiga de cacau). Nem todos os chocolates são criados da mesma forma, e usualmente contém uma mistura de pó de cacau, manteiga de cacau, leite, aromatizantes e açúcar. Tente evitar chocolate com alto teor de açúcar.
Se você prefere chocolate cremoso, certifique-se tenha mais manteiga de cacau do que leite (ou apenas manteiga de cacau). Manteiga de cacau também é trocada por leite, que é mais barato e mais calórico.
Outro fator da qualidade do chocolate é o sabor adicional. Procure por chocolates que contenham baunilha – baunilha mesmo, não apenas o aroma ou essência.
O novo camarada no pedaço é o chocolate ‘cru’. É o grão, ou flocos do interior do cacau em seu estado natural – não cozido, torrado, processado ou misturado com outros ingredientes baratos.
O cacau pode ser encontrado na forma de barras, flocos, pó, em biscoitos e brownies. Também misturado com manteiga de coco, frutas e nozes secas, gera uma incrível barra para exercícios e saúde para antes e depois dos exercícios. Importante: desde que não seja aquecida acima de 42°C, ela tende a ser rica em antioxidantes.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Revista Bicicleta - Um pouco da minha história de amor pela Bicicleta.


Superação através da bicicleta.

Revista Bicicleta por Teresa D’Aprile   04/12/15

Superação através da bicicleta
Foto: Ivson Miranda
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Após uma separação de um casamento de 12 anos, realizei uma mudança de vida radical. Com 37 anos, voltei a estudar, comecei a trabalhar e, não sei por que, comprei uma bicicleta e comecei a utilizá-la como meio de transporte, o que até então eu não fazia. Era uma Caloi Ceci preta, sem marchas, com a qual eu ia e voltava do trabalho. Hoje, esta bicicleta está no Museu da Bicicleta, em Joinville.
Em 1990, conheci um ciclista, Arturo Alcorta, e começamos a namorar. Ele me ajudou a conseguir um emprego em uma loja de bicicletas: comecei a gerenciar a Good Bike, na Avenida Cidade Jardim. Foi ele também que me deu uma bicicleta com marchas, ensinou a parte técnica e orientou treinamentos. Eu já estava com 42 anos e senti na pele como é difícil iniciar no ciclismo quando se tem uma idade mais avançada e por ser mulher. Mas não desisti e me apaixonei pela bicicleta. Minhas amigas pediam: “você não tem vergonha? Nós também gostaríamos de pedalar, mas não temos coragem”. Na época, uma mulher com mais idade pedalando gerava preconceito. Hoje ainda gera, mas já foi muito pior.
Em 1991, fui com o Arturo para Recife correr uma etapa da Copa Halls. Na época eu tinha uma Caloi Ventura com cinco marchas. Divertimo-nos muito pedalando na areia. Logo depois, o pessoal que trouxe a Specialized para o Brasil, o Dranger Associados, e Arturo que trabalhava com eles, fizeram-me uma proposta: se eu conseguisse completar um InterCity de 50 km, ganharia uma Specialized. Aceitei o desafio. E lá fui eu com uma bicicleta top, mas sem a menor ideia do que seria terra, trilha e 50 km. Na primeira subida eu já empurrei. Fui ao desespero, não chegava nunca. Em um dado momento sentei no chão e comecei a chorar de raiva. Xingava o Arturo e a bicicleta. Pensava: o que estou fazendo aqui? Demorei quase quatro horas para chegar... Quando o carro de apoio chegou e queria me levar, eu disse: “não, irei até o final pedalando, custe o que custar”. Cheguei exausta, recebi um troféu e ganhei a Specialized Rock Hooper que tenho até hoje e que já me acompanhou em várias aventuras. Foi um dos dias mais felizes da minha vida. Eu não parava de sorrir e fiz festa para mim mesma.
Foi aí que entendi que a gente faz o que quiser, não importa a idade; é só querer. Isto me fez sentir muito mais segura e acreditar em mim mesma, não só na bicicleta, mas na vida. Entendi que o importante é fazer, não importa o tempo que levar. Aprendi a lidar com a insegurança, porque você não tem ideia do que vai ter que enfrentar. Tive várias outras experiências muito legais, mas foi a partir desta que comecei a mudar minha vida e continuei a trilhar o meu caminho.

Outros fatos marcantes foram quando participei da 9 de Julho, sozinha com autorização do presidente da Federação Paulista de Cislismo. Fui a primeira mulher acima dos 50 a completar a prova. No final da última volta eu caí, peguei uma tartaruga no asfalto. A ambulância veio mas eu levantei do chão, toda ralada e rasgada, e fui até o final. Recebi a medalha de participação e comecei a chorar de emoção por ter realizado a prova. O pior foi voltar para casa pedalando toda machucada e dolorida. Outro momento interessante foi quando  cheguei em Brasília, em 1998; Renata e alguns meninos saíram de São Paulo e pedalaram 1.500 km pela mudança do código de trânsito. Eu fiz dois trechos com eles. Também já realizei algumas cicloviagens que ficaram marcadas pela superação, como a subida da Serra Dona Francisca, e o circuito Vale Europeu, ambos em Santa Catarina.

O grupo Saia na Noite

Renata Falzoni, prima de Arturo, já tinha trazido o Night Bikers para o Brasil, então, resolvi fazer como ela e sair à noite pedalar, só com meninas. Em 1992 formei um grupo de mulheres ciclistas, o Saia na Noite, que coordeno desde então para ajudar as mulheres a entrar neste mundo maravilhoso. Através deste grupo conquistei muitas amizades. Uma noite só para nós é muito bom. Juntas, nós tricotamos, trocamos receitas, falamos sobre filhos, relacionamentos e trabalho. Algumas mulheres trazem as filhas ou filhos também, para incentivar.
Não temos muita regra: se, de repente, passamos em algum lugar onde está acontecendo algo diferente, damos uma paradinha e, ao invés de pedalar toda a quilometragem programada, paramos para nos divertir. Alguns namorados, maridos e amigos que não pedalam, fazem questão de incentivar as companheiras e esperam na pizzaria por duas horas até voltarmos da pedalada. É muito gratificante poder participar disto.
Em resumo, somos terapeutas, estamos sempre prontas para ouvir. Somos livres e temos aventuras para contar. Quando um grupo é formado, surge uma família onde cada um tem suas próprias características, mas juntos, todos formam a identificação do grupo e fazem a diferença. É muito melhor pedalar assim, em grupo. Ninguém vive sozinho, e tenho que agradecer as meninas por estarem juntas comigo. Só eu sei como foi difícil chegar até aqui, principalmente pelo preconceito com relação à idade, o que hoje já está mudando.

Bicicleta, minha vida

Para mim a bicicleta representa:
• Liberdade, é uma poderosa ferramenta para trocas de cultura sociais e pessoas para quem a utiliza.
• Uma transformação positiva em si mesma.
• Uma forma de descobrir o novo.
• Uma ferramenta para enfrentar novos desafios.
• Prazer.
• Força.
• Determinação.
• O sorriso da conquista.
Acho que a bicicleta já é uma realidade em todo o Brasil. A tendência é que o número de pessoas que despertam para os benefícios da magrela continue crescendo. O meu trabalho eu estou fazendo. O Saia na Noite já completou 22 anos, e muitas mulheres já passaram e ainda vão passar pelo grupo.
Hoje, aos 65 anos, posso dizer que amo o que faço, e além dos passeios, ainda uso a bike como meio de transporte. Bicicleta é integração, inclusão social, novos desafios e, o que é mais legal, conhecer o novo: novas pessoas, novas histórias. Só posso dizer que a bicicleta é a minha vida, e enquanto as pernas aguentarem estarei pedalando.

Saia na noite


O objetivo do Grupo Saia na Noite é promover pedaladas femininas visando incentivar um modo de transporte autossustentável e não poluente. Ainda visa fortalecer e estimular mulheres adultas a melhorar sua qualidade de vida física e emocional, além de encontrar autossuficiência e liberdade, tendo como ponto de partida a bicicleta e a troca de experiência com mulheres que a utilizam como meio de transporte, lazer ou esporte.
O Grupo de Pedal Saia na Noite foi criado por Teresa e outras mulheres que já pedalavam e sentiam a necessidade de abrir um espaço só para elas. O passeio acontece num ritmo mais lento, com paciência para ensinar as técnicas da pedalada. A filosofia do grupo é de que uma mulher a mais pedalando significa uma transformação positiva em si mesma e com os que ela se relaciona. Através da bicicleta se ganha outra disposição, outro brilho no olhar, saúde, boa forma e felicidade.
As saídas são sempre às terças à noite, da Pizzaria Primo Basílico, na Al. Gabriel Monteiro da Silva, em São Paulo. O roteiro de aproximadamente 25 km abrange algumas subidas, mas superadas em um ritmo bem lento, sempre incentivando as novatas e respeitando o ritmo das mais lentas. Mesmo que alguma principiante tenha que empurrar a bicicleta, o grupo vai sempre junto.
Uma quinta-feira por mês há passeios diferentes, pedais gastronômicos ou temáticos, como o Saia de Pijama, Saia na Sopa, Saia na Frente. São passeios mais curtos, com 15 km, sem subidas. E um domingo por mês é realizado o Saia Pró, um pedal com cerca de 50 km, geralmente cultural, sem hora para voltar, ou em alguns casos, roda-se as imediações da cidade em um ritmo mais forte, onde participam as mulheres mais preparadas. Em outro domingo por mês, há ainda o Saia Light, com no máximo 15 km, sem subidas, para quem está começando.
O grupo conta com uma equipe de mulheres que ajudam na organização. Algumas fazem o fechamento do grupo, outras vão no meio e outras incentivando, todas usando rádio comunicador. O número de ciclistas por passeio é de 35 a 50 mulheres.

Revista Bicicleta-Ciclovia do Rio permite pedalar entre mar e mata.


Notícias

Nova ciclovia do Rio permite pedalar entre mar e mata atlântica


Nova ciclovia do Rio permite pedalar entre mar e mata atlântica
Foto: Divulgação
Urota elevada sobre costões e rochedos, com as ondas do mar de um lado e a mata atlântica do outro.
Este será o cenário disponível para ciclistas e pedestres que queiram percorrer a distância entre os bairros de Leblon e São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro, utilizando a nova Ciclovia Niemeyer, que margeia a avenida de mesmo nome, passando também pelo bairro do Vidigal.
Para os turistas, o local deve rapidamente tornar-se um dos mais novos pontos turísticos do Rio, e alguns arriscam apostar que a rota será conhecida como uma das ciclovias mais bonitas do mundo.
Ao custo de R$ 44, 7 milhões, a obra levou pouco mais de um ano e meio para ficar pronta, e tem 3,9 km de extensão, com 2,5 metros de largura.
Para o subsecretário municipal de meio ambiente do Rio, responsável pelas ciclovias da cidade, a obra é um avanço.
"A inauguração da ciclovia da Niemeyer é um marco na história cicloviária e na luta por uma cidade para as pessoas, além de ser uma vitória contra a 'carrocracia', pois o projeto para a via sempre foi a duplicação para automóveis", diz.
Com 435 km de ciclovias, o Rio é a cidade com a maior malha cicloviária da América Latina.

Ciclovias no centro

Especialistas veem com bons olhos a inauguração da Ciclovia Niemeyer, que deve ter uso tanto turístico quanto de importante ligação urbana, mas apontam que ainda há muito espaço para melhorar.

Em obras, segundo trecho deve ficar pronto até fim de junho e conectar São Conrado à Barra | Foto: Ciclovia Joa | BBC / BBCBrasil.com
Eles dizem que muitas das ciclovias ainda são desconectadas, em regiões distintas sem ligação entre si, e falta maior integração com os outros modais de transporte (trens, metrô e ônibus), além de estruturas como estacionamentos e vestiários, com chuveiros públicos.
"Houve avanços, mas eu acho que a bicicleta poderia ter sido incorporada de uma maneira muito mais efetiva nos planos de mobilidade urbana da cidade, no contexto das obras impulsionadas pelos Jogos Olímpicos", diz Danielle Hope, gerente de projetos do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP).
Pedro Rivera, arquiteto e urbanista do Studio-X Rio, uma parceria com a Universidade de Columbia, de Nova York, cobra a implementação de um plano de ciclovias no centro do Rio, proposto por organizações e já aceito pelo prefeito Eduardo Paes.
"Quero ver o Ciclo Rotas implementado, mesmo que após o término das obras viárias no centro. A ciclovia é algo ótimo para um momento de crise. Não é algo caro, e num contexto de economias, estamos falando de incentivar uma mobilidade de crise, barata", diz.
A Ciclovia do Joá, cujas obras devem ficar prontas em junho, será a continuação do percurso, ligando São Conrado à Barra, e possibilitando ir de bicicleta do centro do Rio até a Barra.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Revista Bicicleta - Se beber não pedale!!

REVISTA BICICLETA

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Se beber, não pedale!

Por Revista Bicicleta
10/01/2016
Se beber, não pedale!
Foto: Divulgação
A Bike Shop japonesa Koowho criou um cadeado que, para ser destravado, exige que o ciclista sopre para analisar os seus níveis de álcool. É um verdadeiro teste do bafômetro: se o aparelho detectar níveis acima do permitido, automaticamente manda uma mensagem para o seu contato de emergência, previamente selecionado. Neste caso, o destravamento só é permitido se esta pessoa autorizar. A ideia dos criadores do Alcoho-Lock é promover a discussão sobre o consumo de álcool e sua relação com acidentes fatais. O álcool aumenta as chances de acidentes envolvendo motoristas e ciclistas e, segundo pesquisas, em 26% dos casos fatais o ciclista é quem estava alcoolizado.

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Lindas!!!!!









quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Matéria publicada na Revista Bicicleta - Papo de Ciclista, Teresa D'Aprile e Arturo Alcorta em Joinville.



 Arturo e suas histórias!
 Eu as minhas!
 Em frente nossas caricaturas pinturas por Arturo Alcorta.
 Specialized 1991 doada para o Museu da Bicicleta.
Lá fomos nós para Joinville onde pudemos ter a oportunidade de participar do papo de ciclista à convite do Valter Busto no Museu da Bicicleta. Foi muito gratificante poder contar a história do Saia na Noite e muitas de nossas aventuras, Arturo também falou muito sobre suas trajetórias, projetos e a Escola de bicicleta, sendo que foi o primeiro a ensinar as pessoas pedalar. Levei também minha Specialized 1991 para doar ao Museu, esta tem muitas histórias para contar. Beijo Teresa D'Aprile e Arturo Alcorta. www.saiananoite.com.br e www.escoladebicicleta.com.br

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016