quarta-feira, 12 de março de 2014

Quando as Bicicletas viram arte surreal.

        
 

Quando as bicicletas viram arte surreal.

No interior do Senegal, o bicicleteiro-escultor Fall Meïssa combina transporte limpo com reciclagem e recria, a partir de mitos africanos, obras de imaginação invencível .                            
Notícias
 
Autor: Flora Pereira e Natan de Aquino  |  Postado em: 12 de março de 2014  |  Fonte:Afreaka
Esculturas feitas com peças de bicicleta
Esculturas feitas com peças de bicicleta
créditos: Divulgação

Para que serve uma bicicleta? Para Fall Meïssa, a resposta vai muito além de um meio de transporte ou de lazer. Uma bicicleta pode virar um segurança do Michael Jackson, o cozinheiro do Gênio do rio, a mama África grávida ou até um pterodátilo meio dinossauro meio peixe. No trem de ideias surrealistas que viaja em alta velocidade pela sua mente não faltam opções do que fazer com uma bicicleta ou com partes dela que já não são utilizadas. A transformação do lixo em esculturas de metais escorre com facilidade entre as ideias do artesão de Saint Louis.

Meio período artista, meio período mecânico, Fall Meïssa nasceu e cresceu entre as magrelas assistindo pai e avô a trabalharem em uma modesta oficina de bicicletas. “Quando eu era criança, no ateliê do meu pai, o velho não queria que eu tivesse uma vida de traquinagens na rua, então para me ocupar ele me deu a função de limpá-las”, lembra o artista, “cada vez que ele me dizia que não estava pronto, que faltava tal ângulo ou tal canto para melhorar, eu recomeçava. Nunca estava bom o suficiente. Nunca era hora de sair para brincar”.

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Foi assim, no borbulhar de um sentimento antagônico que Fall começou a transformar virtualmente em sua cabeça os objetos trabalhados. Imaginando-os em outras formas, ele começou a acreditar que cada vez que limpava, as peças iam ganhando novos contornos – quase animais ou humanos. “Era como se quando eu os tocava, eu tivesse o poder de lhes dar vida. Era como se eu tivesse ganhado o poder de lhes dar uma segunda chance”, conta o escultor na sua fala rápida, quase atropelada e de palavras cortadas. Suas obrigações lhe conferiram uma compaixão oposta: ao se sentir privado de liberdade, ele transformou livre os objetos que limpava.

Fall explica que, aos poucos, vender as peças ou jogá-las fora se tornou impossível — ele já tinha começado a amá-las. Para ele já não eram mais objetos. Ele havia entendido que ali estava presente uma segunda vida. No seu pensamento fluído, o artista declara: “A bicicleta é como a natação, ela nos é familiarizada. É algo que gente nunca esquece. Ao ver um pedaço solto, qualquer pedaço, a gente sabe que ele veio da bicicleta. Não é assim com o carro ou com o celular. Porque a bicicleta não é vestida, ela é nua. E por isso, nós humanos somos muito próximos dela”. Transporte, entregas, encontros: em um insight, ele entendeu que as bicicletas são mais do que isso, são também um meio de fazer circular ideias e transmitir valores. E assim partiu para arte.

Da paixão pela escola moderna, Meïssa imbicou nas metodologias contemporâneas de criação e na contramão de Saint Louis, uma cidade com problemas graves de coleta de lixo, o genioso escultor construiu sua vida na arte ecológica, tornando-se precursor de uma ciência de reciclagem que lhe veio naturalmente, através do sentimento e da percepção de valor de um material em desuso. Nas mãos do artista de aparência quase caricatural, de sobrancelhas grossas, barba preta com destaque singular de ponta branca, boca já sem dentes e capuz de pano cobrindo o cabelo cheio, as peças se transformam em obras refinadas, frutos de uma linha de pensamento apurada e complexa e de uma imaginação invencível.



De um aro cortado ali e aqui, adicionado de um amortecedor e ornamentado por guidões nasce um “robô em pane, um grande cara, um corajoso! Mas que está em pane porque a velocidade da vida eletrônica não respeita a velocidade da vida”. Nasce também um “torcedor do basquete que não é um jogador, mas que na sua ansiedade marca pontos antes da própria equipe”. Nascem ainda mitos, lendas e personagens históricos relacionados ao gênio do rio, entidade mística intimamente presente na vida dos moradores de Saint Louis e que os protege de afogamentos e dos perigos das águas “em troca de dois pedaços de carneiro sacrificado oferecidos ao rio no nascimento de cada bebê da cidade”. Nascem a ritmo galopante analogias e metáforas. Na sua linguagem refinada e contrastante, o escultor afirma que a fórmula é simples: “A escultura e a mecânica são como a medicina. Existe um paciente que espera e eu tenho que ir até a minha farmácia buscar o medicamento necessário”. Com Fall Meïssa, o conceito de reciclagem ganha uma nova forma, uma forma em que a criatividade parece não ter esquina.

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Restaurante em Paris usa bicicleta para entregar refeições.

Ideias defendidas pelo Les Marmites Volantes são economia solidária, comida saudável e mobilidade sustentável. De bike, a casa entrega cerca de 80 marmitas por dia.                            
Notícias
 
Autor: Da redação / Mobilize  |  Postado em: 10 de março de 2014  |  Fonte:Mobilize Brasil / Valor
Refeições quentinhas, entregues em casa, por bikes
Refeições quentinhas, entregues em casa, por bikes
créditos: Divulgação

A criação de negócios sustentáveis, que seguem princípios da economia social e solidária, e nessa linha também incorporam preocupações com questões urbanas, como a mobilidade sustentável, é uma vertente em alta em muitos lugares da Europa. E um bom exemplo vem da França: o restaurante Les Marmites Volantes, localizado no bairro de La Vilette, optou pela bicicleta como meio de transporte para a entrega de refeições em domicílio.

Aberta a menos de dois anos por quatro jovens com formações diferentes, todos na faixa dos 30 anos, a casa tem como princípio produzir comida saudável, a preços acessíveis. Para conseguir oferecer refeições a preços baixos, conta a chef Madalena Guerra, uma das proprietárias, eles optaram por ter uma rede de fornecedores diretos, sem intermediários. "Utilizamos só produtos da região e montamos nosso cardápio - pratos vegetarianos e de carne - com produtos da estação", completa Madalena.

A bordo das bicicletas identificadas com a marca da empresa, o Les Marmites Volantes entrega em média 80 marmitas. Elas seguem acondicionadas em recipientes encaixados e empilhados, cobertos por manta térmica.

O diferencial, que ajuda a alavancar negócios como esse, é que o governo local apoia a criação de estabelecimentos promotores da inclusão social, caso do Les Marmites. O poder público paga parte do salário dos funcionários e promove concursos para quem abre negócios com estas características.

Assim, a fórmula do Les Marmites Volantes vem dando certo, e seus donos já estudam propostas para abrir uma segunda unidade, antes mesmo de a casa completar dois anos aberta. 

domingo, 9 de março de 2014

Saia na Noite com Sampa Bikers no Dia Internacional da mulher.


 Choveu à noite toda e sábado cedo continuava a chover. Fiquei no desespero pensando no pedal em comemoração ao nosso dia que seria às 20horas. Masss mesmo sabendo que precisamos de muita agua, pedi uma ajuda a  São Pedro e conseguimos pedalar sem uma gota e a lua apareceu. Todas estavam muito animadas e alegres, vestindo a camiseta rosa que ficou linda e prontas para pedalar. Cada menina ganhou uma rosa que seria oferecida para os motoristas pedindo paz no transito, na Av. Cidade Jardim x Av. Faria Lima. Paramos nossas bicicletas e fomos oferecer as rosas. Alguns motoristas fechavam os vidros com medo? que poderia ser? alguma manifestação? estão pedindo algum dinheiro? aceitável com a insegurança que estamos vivendo. Pedalamos 15km cantando, e principalmente fofocando que às vezes esqueciam até de pedalar de tanto falar. No final do passeio, sorteio de vários brindes e uma bicicleta pink oferecida pela Tito Bikes. Tivemos uma linda noite de comemoração. vai aqui um agradecimento especial ao Paulinho do Sampa Bikers e aos guias, que devem ter ficado com dor de cabeça de tanto falatório. E para finalizar à noite, Vera ,Liliana e eu fomos comer uma Pizza na Primo Basilico que nos foi oferecida pelo William. Obrigada, valeu meninas.



sábado, 8 de março de 2014

Mulheres que pedalam ! Entrevista com Teresa D'Aprile no Dia Internacional da mulher 2014


BIKE PEDAL & CIA.
Teresa D'Aprile - Bike Pedal e Cia

Entrevista com Teresa D’Aprile | Especial Dia da Mulher no Bike Pedal e Cia

8 mar 2014
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Gerente da loja especializada em bicicleta Good Bike e criadora do grupo de ciclismo Saia na Noite, Teresa D’Aprile vem, há 22 anos e através deste grupo, apoiando mulheres que já sabem ou que pretendem começar a pedalar. “Em 1992 resolvi formar um grupo de mulheres ciclistas, o Saia na Noite, que coordeno desde então para ajudar as mulheres a entrar neste mundo maravilhoso”, explica.
Aos 65 anos, Teresa diz que não vai pedalar sem seu batom, lápis nos olhos e uma florzinha na bike. Mas a feminilidade não a fragiliza: Teresa completou uma prova de MTB aos 42 anos e explica: “fui até o fim e entendi que a gente faz o que quiser, não importa o tempo e a idade”. E sobre a relação com a bike é convicta: “hoje, com 65 anos, amo o que faço, ainda uso a bike como meio de transporte. Só posso dizer: “a bicicleta é a minha vida”! Enquanto as pernas aguentarem estarei  pedalando”, garante.
Teresa D’Aprile é uma das entrevistadas do Mulheres que pedalam | Especial Dia da Mulher no Bike Pedal e Cia. Confira a entrevista:
Teresa D'Aprile - Bike Pedal e Cia 2
Esporte, saúde, lazer, mobilidade, economia, sustentabilidade: o ciclismo possui um grande leque de motivações que levam uma pessoa a iniciar a pedalar. No seu caso, qual foi essa motivação principal que te conduziu à bicicleta e que ano isso ocorreu?
Me separei com 37 anos, em 1985, e comprei uma bicicleta – até hoje não sei qual a razão – e nunca mais parei. Após cinco anos conheci um ciclista, com quem até hoje mantenho um relacionamento. Ele me treinou e eu já fui trabalhar em loja de bicicletas, na época com 42 [anos]. Senti um certo preconceito pela idade: todos achavam estranho eu usar [a bicicleta] como modo de transporte e trabalhar em loja [gerenciando a Good Bike na Av. Cidade Jardim].

Frequentemente as mulheres são alvo de piadinhas ou de uma diferença no trato em relação aos homens quando estão dirigindo. E no ciclismo? Você sente algum tipo de exposição ou diferenciação quando pedala?  Como você percebe a postura e o trato dos homens ciclistas em relação às mulheres?
Hoje mudou muito, mas anos atrás havia um certo preconceito.

Como era esse preconceito?
Quanto ao preconceito, para mim, foi a idade. Como disse, hoje mudou muito: tem muitas mulheres mais velhas pedalando. Mas eu digo que hoje, com 65 anos, as pessoas se assustam um pouco quando olham para cara de uma velhinha de bike.

Para você, o que significa ser uma mulher ciclista?
Ter liberdade! Viver! Conhecer novos desafios e a cidade com outros olhos.

Socialmente existe um privilégio da mulher em relação ao homem em, por exemplo, situações que envolvam gestos de cavalheirismo, mas, por outro lado, uma exposição maior a riscos de violência doméstica especificamente por sua condição de mulher, ou ainda estupros ou, profissionalmente, diferença salarial exercendo a mesma função. Mas e nos momentos em que está na bike? Você sente que há algo que favorece ou desfavorece as mulheres em relação aos homens ciclistas?
Não, somos todos iguais.

Teresa, e por que o “Saia na Noite”? Por que você se juntou à Élia, à Nilva, à Silvia e à Vera e vocês cinco decidiram criar um grupo de ciclismo totalmente focado nas mulheres?
Minhas amigas queriam pedalar, como eu, mas tinham vergonha. Em 1992 resolvi juntar as meninas para sair à noite, assim ninguém via a cara delas e perdiam a vergonha. Sendo assim, criei o Saia.

O dia a dia ou rotina de uma mulher é mais ou menos complicado quando unido ao ciclismo? Você acha que há mais desafios para a mulher que pedala ou a mulher só tem a ganhar quando pratica o ciclismo?
Tem muitos desafios, mas só tem a ganhar.

Você sente que o ciclismo, de alguma forma, contribui física ou psicologicamente para você exercer sua condição de mulher? Se sim, em quais aspectos?
Muitos. Fisicamente, hoje, com 65 anos, não tenho nada: mantenho meu peso igual por mais de 20 anos e a cabeça é mais jovem.

E o contrário, ser mulher contribui para a sua condição de ciclista?
Sim, com certeza. Ser mulher ajuda ser ciclista sim me ajuda a pedalar e muito. Não saio para pedalar sem meu batom, risco nos olhos e sempre uma florzinha na bike! Sempre um sorriso no transito, e por favor [outros condutores] te ajudam muito. Às vezes até os motoboys fecham a rua para você passar.
Teresa D'Aprile - Bike Pedal e Cia
Há alguma história pessoal que você tenha vivenciado a partir do ciclismo e que afetou a maneira que você conduz sua vida?
Minha primeira competição [de MTB, onde garantiu um troféu por completar a prova]. Todos me olhavam por ser mais velha, com 42, mas fui até o fim e entendi que a gente faz o que quiser não importa o tempo e a idade.
(Teresa nos enviou um texto, após a entrevista, onde descreve o episódio desta forma: “Na época já tinha 42 anos, quando entrei para o mundo ciclístico e senti na pele como foi difícil por ter idade mais avançada e ser  mulher, mas não desisti. Era muito insegura, decidi então fazer uma prova de MTB. Na hora da largada queria fugir, mas lá fui eu: reclamando e pensando “o que estou fazendo aqui?” Demorei quase quatro horas para chegar, não tinha ideia do que era uma corrida na terra e, quando o carro de apoio queria me levar, pensei e disse: “não, irei até o fim, custe o que custar”. Quando cheguei exausta, e até recebi um troféu, foi o dia mais feliz da minha vida!  Não parava de sorrir e fiz festa para mim mesma. (…) Isto me fez sentir muito mais segura e acreditar em mim mesma não só na bicicleta, mas na vida”.)

Você acha que as mulheres que não pedalam deveriam considerar inserir o uso da bike em suas vidas? Em caso afirmativo, por quê? Como você acha que a bicicleta poderia beneficiá-las?
Como já disse, tenha você 20 ou 60 anos somos todas ciclistas. Conhecer pessoas, fazer uma turminha não só para pedalar, mas sair: nós nos divertimos muito no Saia e hoje coordeno o grupo, este ano entrando nos 22 [anos desde sua fundação].Não é fácil, mas enquanto aguentar vou ajudar mais e mais mulheres .

Que conselhos você daria a uma mulher que não pedala, mas que deseja começar a pedalar? Você recomendaria a esta mulher buscar apoio de algum grupo exclusivamente feminino como o Saia na Noite? E, se sim, por quais motivos você pensa que os grupos femininos podem ajudá-la?
Quem quer começar a pedalar digo que o apoio do Saia é: Temos mais paciência que os homens. Você pode errar quantas vezes quiser, ninguém vai criticar. Se não conseguir subir pelas primeiras vezes uma ladeira, vamos junto com você até onde aguentar e, se necessário, empurramos a bike junto. Quando conseguir subir vamos bater palmas e vai ser uma festa! Dá para entender? Conselho: a gente faz o que quiser, é só querer. Não importa o tempo e a idade, não deixe de viver!
*Imagens: Arquivo Pessoal/ Teresa D’Aprile

quinta-feira, 6 de março de 2014

Holanda tem duas vezes mais bicicletas que carros.

        
06/03/14
 


Bicicleta, a melhor forma de se locomover na Holanda

País europeu tem mais de 30 mil km de ciclovias e duas vezes mais bicicletas do que carros. Conheça mais sobre o estilo de vida dos holandeses.                            
Notícias
 

Autor: Da redação  |  Postado em: 13 de fevereiro de 2014  |  Fonte:Holland Alliance*
Cada holandês tem em média uma magrela. Total: 16,
Cada holandês tem em média uma magrela. Total: 16,5 milhões
créditos: Divulgação/ Holland Alliance

Não há duvida: uma das melhores maneiras de se locomover na Holanda é sobre duas rodas. Estima-se que cada holandês tenha pelo menos uma bicicleta, o equivalente a cerca de 16,5 milhões (mesmo número de habitantes) de “magrelas” circulando pelas ruas.

Por todo o país estão espalhados 32 mil km de ciclovias equipadas com sinais de trânsito e indicações de como ir de uma cidade a outra pedalando.  Amsterdã (800 mil habitantes) tem 500 km de ciclovias. É mais do que a soma das ciclovias de cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Salvador que, segundo um levantamento realizado em 2013 pela ONG Mobilize Brasil, possuem, juntas, menos de 440 km de espaços reservados para as bicicletas em seus respectivos sistemas viários.

Em Amsterdã, segundo a prefeitura da cidade, 40% da população vai trabalhar diariamente de bicicleta,  enquanto apenas 20% se dirige até o local de trabalho de carro. Na Holanda, as bicicletas também podem ser usadas por quem deseja conhecer melhor os seus atrativos. Cerca de 100 rotas atravessam os lugares mais interessantes do país. Esses itinerários estão disponíveis em empresas de aluguel de bicicletas e no escritório local de informações aos turistas.

Itinerários de bicicleta:

Delft: http://www.holland.com/br/turismo/artigo/itinerario-de-bicicleta-de-delft.htm
Haia: http://www.holland.com/br/turismo/artigo/itinerario-de-bicicleta-haia-katwijk.htm
Kinderdijk: http://www.holland.com/br/turismo/artigo/tour-kinderdijk.htm 

Para mais informações, acesse o site da Holland Alliance. No Facebook: “Visite a Holanda”.

* A Holland Alliance é composta por quatro empresas, NBTC Holland Marketing, KLM Royal Dutch Airlines, Aeroporto Schiphol de Amsterdã e Amsterdam Marketing. No Brasil desde 2012, realiza uma campanha de promoção do país europeu, divulgando o destino por meio de aspectos culturais, estilo de vida holandês e belezas naturais. Conta ainda com apoio de diversas instituições ligadas ao turismo local. 

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quarta-feira, 5 de março de 2014

Suportes criativos para guardar sua bicicleta!!!!!!!!!!!!




O Portal
da Bicicleta  -  Notícias

Suportes criativos transformam bicicletas em objetos de decoração

Está faltando espaço em casa para ter uma bicicleta? Suportes podem dar fim ao problema e ainda 'promover' sua bike a elemento decorativo

Por - Redação Bonde.
 

Suportes criativos transformam bicicletas em objetos de decoração
PedalPod É um dos mais funcionais da lista. Ele mescla o sistema de suporte do Knife and Saw, mas dispõe de alguns compartimentos que servem de separador para manter os acessórios sempre organizados
Foto: Divulgação
Ter uma bike em casa é uma opção totalmente sustentável para a mobilidade e qualidade de vida. No entanto, com a tendência dos imóveis   cada vez menores, não é nada fácil encontrar um espaço adequado para abrigá-la. Diante desta realidade alguns designers projetaram suportes bonitos e diferenciados, que acabam transformando as bicicletas em verdadeiros objetos de decoração. O site norte-americano TreeHugger listou algumas boas ideias.

Chris Meierling’s pallet Bike Rack 

O suporte criado pelo designer norte-americano Chris Meierling carrega o nome do autor e o status de ser sustentável. O apoio foi feito a partir de pallets reaproveitados e é perfeito para decorar ambientes internos. Os pallets são dispostos verticalmente, como uma parede e dela foram colocados dois suportes simples, assim duas bike podem ser penduradas ao mesmo tempo. A mesma técnica foi utilizada para fazer estantes de livros que completam a decoração.

Bike Rack Birdhouse 

Os designers do escritório canadense Dimini arriscaram e inovaram nessa criação. A estrutura é parecida com a de Chris Meierling, mas nos lugares dos paletts está um estrado de madeira. O grande diferencial da proposta é a parte criada para armazenar os acessórios, feita em formato de uma casa de passarinho, fato que deu origem ao nome da criação.
 

segunda-feira, 3 de março de 2014

11 de Março Saia de Máscara Pós Carnaval a folia continua!


O Carnaval está acabando mas semana que vem tem mais! vamos sair de máscaras!!!!!!

Programa para promover bicicletas em Los Angeles.

        
03/03/14        

Los Angeles lança programa para promover bicicleta

Cidade norte-americana vem implementando diversas medidas para fazer com que todas as suas áreas se tornem mais amigas da bicicleta                              
Notícias
 
Autor: Da redação  |  Postado em: 26 de fevereiro de 2014  |  Fonte:Menos um carro
O objetivo é trazer mais ciclistas para as zonas c
Objetivo é atrair mais ciclistas para as zonas comerciais
créditos: Image © Al

Los Angeles acaba de lançar o programa Bicycle Friendly Business District - BFBD (Centro Comercial Amigo da Bicicleta, em tradução livre) no nordeste da cidade, que servirá como programa-piloto para uma iniciativa maior, que vai abranger toda a cidade em até dois anos. O objetivo é trazer mais ciclistas para as zonas comerciais.

Segundo o Inhabitat, o programa-piloto do Departamento de Transportes de Los Angeles (LADOT) resulta de uma parceria com o Occidental College Urban and Environmental Policy Institute e Cyclists Inciting Change thru Live Exchange (C.I.C.L.E.) e pretende “reunir parceiros num consórcio para promoverem atividades e eventos que tornem o nordeste da cidade de Los Angeles mais amigo das bicicletas, através da construção de infra-estruturas e negócios e de ofertas culturais”.

A parceria público-privada irá implementar infra-estruturas para promover a utilização da bicicleta, incluindo estacionamentos, estações para conserto dos equipamentos, ciclovias, sinalização e mapas da rede de ciclovias. As infra-estruturas serão instaladas no Colorado, Eagle Rock e York Boulevards e N. Figueroa Street.

“O BFBD pode oferecer descontos às pessoas que viajam de bicicleta, promoções relacionadas com a bicicleta, atividades para atrair mais ciclistas, benefícios para os empregados que usem a bicicleta [nos seus deslocamentos] e outros incentivos”, escreve Elizabeth Gallardo do Blog LADOT Bike.

Los Angeles não é a primeira cidade a lançar o programa BFBD. A cidade de Long Beach já lançou seis BFBD que, além da construção de infra-estruturas para bicicletas, incluem ainda bicicletas de carga para entregas, passeios de bicicleta e promoções.

Atualmente, Los Angeles está implementando o programa 2010 bicycle master plan, que estabelece como meta a construção de mais de 1.600 km de ciclovias – 40 km por ano até 2045.

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Ciclovia Rio Pinheiros já apresenta problemas antes de finalizada.

        
03/03/14        


Ciclovia do Rio Pinheiros (SP) já apresenta problemas antes de finalizada

Obras da ciclovia e dos novos acessos pelas pontes João Dias e Cidade Jardim estavam prometidas  mas não foram concluídas.                          
Notícias
 

Autor: Da redação  |  Postado em: 26 de fevereiro de 2014  |  Fonte :Bike é Legal / MSN
Estrutura é muito inclinada para uso de bikes
Estrutura é muito inclinada para uso de bikes
créditos: Bike é Legal

Com as estruturas em fase final de preparação, a equipe do blog Bike é Legal fez uma visita à margem oposta da ciclovia do Rio Pinheiros, em São Paulo, para verificar o andamento das obras.

O pavimento da nova ciclovia está completo, mas ainda faltam alguns detalhes para a finalização do projeto, como a conclusão da passagem ao lado da usina da EMAE (Empresa Metroplitana de Águas e Energia) e das grades de proteção ao longo da via. Além disso, o acesso às escadas nas pontes João Dias e Cidade Jardim ainda não foram liberados e estão interrompidos por mureta e grades.

O consórcio que cuida das obras da Linha 17-Ouro do Metrô é o responsável pela alternativa dada aos ciclistas e, apesar de não ter concluído a operação, promete a liberação da nova ciclovia e dos acessos provisórios ainda para este mês de fevereiro.

Acesso já nasce com problemas
Antes mesmo da inauguração, a reportagem do Bike é Legal já se deparou com alguns problemas técnicos nas escadas de acesso à ponte Cidade Jardim. Na avaliação de ciclistas, a estrutura metálica, feita em caráter provisório, tem uma inclinação muito elevada para o transporte das magrelas. Os ciclo ativistas presentes também apontaram para o uso da canaleta, que pode trazer danos às bicicletas dos usuários.

Relembre o caso
Em outubro do ano passado, a CPTM anunciou a interdição de um trecho da ciclovia do rio Pinheiros por um período de dois anos em face das obras da Linha 17-Ouro do Metrô. Na ocasião, nenhuma alternativa foi garantida aos trabalhadores que usavam a estrutura diariamente.

No entanto, após pressão de ciclo ativistas e da entrada do Ministério Público no caso, o consórcio responsável pelo monotrilho prometeu uma ciclovia na margem oposta do rio Pinheiros, além da conclusão de novos acessos nas pontes João Dias e Cidade Jardim.

Enquanto as estruturas prometidas não fossem concluídas, a empresa ofereceu uma medida paliativa para uso dos ciclistas. Por três meses, vans adaptadas fariam o traslado dos usuários no trecho interditado.

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